segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Hoje descobri que não se pode contar os dias sem uma data marcada...
Vazia, impossibilitada de expressar-me.

domingo, 1 de maio de 2011

And when they asked me how I was, I said “fine” and replied with a smile. But I knew I was lying and deeply inside I wanted to say the truth. I wanted to say that I felt terri  ble since the second I woke up that day. I wanted to say that I never felt worse. That everything I wanted was a hug, a true smile. That I’m only here ‘cause I’m too scared to give an end to this life, but I think about it every day. I wanted to say that I feel so much pain, every day, that I found ways to make it weaker… Even if it still makes me suffer, it’s less painful. And I just wanted to say everything I felt, ‘cause I can’t live with it anymore… But all I wanted in return was a hug. All I need is that someone I never had. That someone who would laugh with me, who would cry with me… That someone who would lay with me and wake me up with a kiss… That could say three simple words that would fill my heart with happiness and would take all my pain away. But what’s the point in saying the truth if they don’t wanna hear it? What’s the point in saying the truth if they can’t give me what I really need

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

“To hold you in my arms, to whisper in you ears, to gently touch your hands and protect you from your fears. I so wish you where here…”
Doyle

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Lua

Quero voar para a lua,
Navegar entre estrelas,
Flutuar sobre as nuvens...

Vivenciar uma solidão tão grande,
Deitar-me neste solo tão frio,
E perder-me neste imenso pedaço de terra.

Contar os infinios segundos que não passam,
Lembrar das histórias que me abalam,
Sonhar sozinha neste eterno azul estrelado...

Fujo para aquele inexistente lugar


É estranho dizer o que sinto,
Te amo e te quero o mal,
Te odeio e te quero o bem.

Ao fechar os meus olhos logo te vejo,
Um sorriso, uma voz.
Um olhar, um carinho.
E assim, como o vento que me corta a face,
Te vejo ferir, debochar.

E palavras,
De pouco em pouco me dominam a mente,
Já não quero mais,
Não sei o que sinto ou o que escolher,
E corro, para longe, o mais distânte...
Fujo de meus pensamentos,
De mim e de todos,
Dos sons, do vento...

Vou para bem longe,
Sem abrir os olhos,
Sem medo...
Apenas corro,
E a cada passo que dou chego mais perto,
Daquilo que não quero chegar...
Dou voltas e voltas sem sair do lugar.

domingo, 24 de outubro de 2010

Excessiva felicidade mortal

A felicidade me consome,
Como uma eterna viagem correndo pelas minhas veias...

Ah, um delírio mortal,
Navegando num eterno paraíso estrelar,
Em um mundo sem erros,
Sem medo...
Criado apenas pelas mais profundas lembranças...

Vivo neste mundo,
Uma eterna felicidade,
Flores, cores, amores...

A espera de um dia feliz,
E chegando, tão perto...
Tanto desespero...
Uma forte corrente de excessiva felicidade,
Me cobre de medo, pavor.